Quioto – Templos Kinkaku-ji, Daitoku-ji, Ninna-ji e Ryoan-ji

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Por Lia
14/Apr/2014 12:52
Lia

Passamos nossa primeira noite do Japão na mesma cidade do aeroporto, Narita, em Chiba e no dia seguinte cedo pegamos dois trens-bala (Shinkansen) rumo à Quioto (paramos em Shinagawa pra trocar de trem). Essa viagem demora entre 3h30 e 4h e fora ter que carregar mala, é super tranquila. Os japoneses usam muito um serviço de entrega de malas do aeroporto, onde as malas são enviadas direto pro hotel (e vice versa), por isso você não os vê carregando malas grandes no trem. Nós não usamos esse serviço mas pra quem interessar, a mala chega em até 24h no hotel e o serviço é bem barato (são cerca de R$45 por mala).

Dica: O site hyperdia.com te ajuda a montar o itinerário pra chegar aos lugares no Japão.

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Começar a viagem por Quioto foi delicioso, porque a gente teve uma imersão na cultura e na tradição japonesa, já que a cidade foi capital do Japão Imperial e é bem clássica. No 1º dia lá a gente passeou pelas redondezas e no 2º começamos a visitar os templos budistas. Geralmente você paga pra entrar nos locais onde ficam ou dentro dos templos, mas não é caro (acho que é sempre entre ¥300 e ¥600). O sulfixo “ji” significa templo e há mais de 2 mil deles na cidade! :) Pra chegar nos templos você pode usar ônibus (detalhes aqui!) e vale checar os horários na internet, pois eles abrem e fecham cedo.

Sapato confortável e disposição pra aguentar, pois são lugares enormes e com escadarias. A arquitetura japonesa sempre integra o ambiente, então a gente vê as construções lindas de madeira sempre compondo com jardins e a natureza. É um passeio interessante e calmo ao mesmo tempo! O lado triste é que como estávamos sozinhos, a gente não tinha como saber mais sobre cada elemento, história, costume ou ritual. (Mesmo assim eu acho que jamais iria em turma com guia, pois não ia ter paciência pra andar em galera, esperar todo mundo tirar foto e nem ia curtir essa mecanização do tour.)

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Kinkaku-ji

O 1º templo que a gente escolheu visitar foi o Kinkaku-ji (significa Templo do Pavilhão Dourado), que é famoso por ter um pavilhão coberto por folhas de ouro, com uma fênix de ouro maciço no topo, construído em 1397. Esse templo foi o mais cheio do dia, tinha muitos turistas, mas é um espaço pequeno então você termina de ver rápido.

Observação: Em suas devidas proporções, tem uma réplica dele em Itapecerica da Serra, SP.

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Vlog: Viagem para Nova York 1

29 comentários

Por Lia
09/Apr/2014 07:00
Lia

Aproveitei alguns momentos da viagem de Nova York pra fazer vlogs e mostrar pra vocês um pouco dos passeios, comidas e comprinhas. Nunca tinha gravado nada desse tipo, então quero mesmo opinião de vocês se é por aí, ou se errei muito! kkk

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Esse vídeo é sobre o meu 2º dia lá, tem passeio de Water Taxi (post com info aqui), Columbus Circle, Halal Guys, Top Of The Rock (post com info aqui), Times Square, Junior’s, Rockefeller Center, Nintendo Store e 5ª Avenida! E no meio do vídeo mostrei as comprinhas do 1º e do 2º dia! :D

Amei ter a ~companhia~ de vocês pelo Instagram e FB enquanto eu estava lá e vou ficar feliz em compartilhar mais um pouquinho dos meus dias com esses vídeos! ♥

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Disney Aladdin, o musical na Broadway

18 comentários

Por Lia
04/Apr/2014 09:00
Lia

Tenho como meta tentar sempre assistir a um musical da Broadway quando viajo. É uma produção tão rica, quando penso no tanto de gente envolvida dando aquele show ao vivo pra você, fico emocionada! Em São Paulo ainda são poucas as produções que chegam…

Nessa ida pra Nova York, como o Dani não gosta de teatro, eu nem estava planejando nada. Mas cheguei lá e dei de cara com o letreiro de “Aladdin“! É meu desenho favorito da Disney e quem acompanha o blog sabe que eu já tinha até falado do musical aqui. Eu não achei que já ia estar passando!!!  Foi meio difícil, mas consegui comprar um ingresso e fui ver (sozinha mesmo!)! Aaaaii que alegria e que honra, né?! Hihihi Como sempre, valeu demais.  

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Sobre o musical, vocês já imaginaram a complexidade de levar “Aladdin” pra uma apresentação ao vivo?! O Aladdin é um cara que anda por aí com um tapete encantado, um macaco cheio de personalidade e um gênio da lâmpada que faz mágicas a todo segundo. Então o enredo obriga a peça a fazer muitas adaptações, que são solucionadas com algumas mudanças que funcionam e outras que decepcionam um pouco. Não digo que estraga a peça, é tudo maravilhoso! Mas se você pára pra pensar na genialidade das adaptações de “O Rei Leão” pro palco, algo que parecia tão mais impossível, você certamente classifica “Aladdin” como uma montagem inferior.

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Disney Aladdin – The Musical 

 aladdinthemusical.com

Pontos fortes

Aladdin: Adam Jacobs é perfeito como Aladdin! Da voz aos trejeitos… a cada sorriso você se derrete mais um pouco.
 Canção extra: A canção “Proud of Your Boy” foi excluída do filme mas recolocada na peça. É um momento dramático onde o Aladdin se refere à sua falecida mãe e que traz uma boa dose de emoção à história.
 Gênio: É impossível trazer pro palco o Gênio do filme, que é um personagem que abusa do recurso “magia”. O problema foi super bem resolvido pelo Gênio empolgado e ~divônico~ (kkk) feito pelo talentoso James Monroe Iglehart. Espere até a parte em que ele canta outros trechos de trilhas Disney. A plateia vibra!
 Muito brilhooooo: Haja cristal Swarovski brilhando pra todo lado, as roupas dos personagem são super ricas e o efeito com as luzes do palco é incrível. (menos Al que é pobrinho rs)

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Pontos fracos

Jasmine: Não chega a incomodar, mas é um pouco decepcionante ver a Jasmine cantar no musical. Courtney Reed é linda, mas ela ~personaliza~ muito seus trechos, muda as entonações e tem uma voz diferente da voz “emburradinha” do desenho. Então quando chega a vez de “A Whole New World” você não consegue acompanhar…
 Amigos do Aladdin: Uma improvisação que não funciona tão bem como o “novo” Gênio criado, são as substituições de Tapete e do macaco Abu. Na peça, ao invés deles, Aladdin ganha 3 amigos (humanos) que o acompanham no mercado, quando ele vira Principe Ali e ainda o salvam quando ele é capturado por Jafar. É meio esquisito, sabe?! Não dá pra se apegar a eles!
 Personagens: Esqueça Tapete, Abu, Iago e Rajah, o único que está na peça é Iago, em forma humana. O ator é perfeito, mas os “mascotes” fazem muita falta.
 Climax: O climax da história é o momento em que o Jafar vira uma serpente e um gênio gigantes. No palco você quase nem percebe essa hora, não rola tensão! Eles fazem tudo rápido demais e sem a grandiosidade assustadora do Jafar. Foi bem frustrante e sem graça!

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Japão – Como organizar sua viagem

91 comentários

Por Lia
01/Apr/2014 10:37
Lia

Sempre faço posts de viagem mostrando fotos e dando algumas dicas, mas como essa viagem foi praticamente “de outro planeta”, achei que valia começar com um post mais completinho. A cultura do Japão é muito diferente, tem uma barreira imensa da linguagem e, o lugar tá literalmente do outro lado do mundo. Não é uma viagem fácil de organizar e muito menos barata, por isso é preciso uma boa dose de vontade e sonho!

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Dia frio em Nara

O Dani e eu já falávamos de Japão faz anos, mas como era algo “grande”, resolvemos focar depois do casamento! Comecei a planejar tudo em janeiro já com a ideia de ir em março.

Datas

O 1º passo é decidir as datas da sua viagem. A maior influência que isso vai ter é a estação do ano (clima!), mas também tem outros detalhes como festividades e feriados. Se eu tivesse viajado com uma semana de diferença, pegaria férias escolares e Tóquio estaria lotada. Escolhi meio de março por ter um clima mais ameno (teoricamente, pq nesse ano o clima do mundo tá maluco e pegamos muito frio!) e pra tentar pegar um pouco da primavera e do florescer das sakuras.

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Botões abrindo…

Roteiro

Montar o roteiro antecipadamente não é uma opção: você precisa entregar sua agenda e hotéis quando vai tirar o visto. Nós decidimos encaixar Nova York no começo da viagem pra “quebrar” o cansaço da ida. Apesar de ter visitado mais de uma cidade no Japão, nossa viagem nunca teve a intenção de ser um mochilão, queríamos conforto e nada de correria. Demora uns bons dias pra montar esse quebra-cabeça do roteiro! Resolvi começar a viagem pelo Japão “antigo”, com 4 dias pelas cidades de Quioto e Nara. De lá fomos pra Tóquio ficar 10 dias e tínhamos a intenção de visitar mais 2 cidades (Nikko e Hakone), mas mudamos de ideia quando estávamos lá. Impressões pós viagem: essa ordem foi perfeita, Quioto e Tóquio são bem diferentes e acho que a gente conseguiu ter uma imersão cultural bem gostosa antes de ir pra loucurinha da megalópole!

Pra montar a agenda, sugiro que você vá listando tudo o que quer ver/conhecer. Depois você encaixa as coisas olhando mapa, colocando junto tudo o que está perto. Infelizmente os guias de papel não me ajudaram muito, acho que vale consultar o site Japan Guide.

Não estava no roteiro: praia em Odaiba

Não estava no meu roteiro, mas amei: praia em Odaiba

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