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Mule é uma palavra francesa para mula (é, pois é) e para os sapatos que não possuem a parte de trás, deixando o calcanhar de fora. Existem vários modelos diferentes, com ou sem salto e com a frente fechada ou aberta. A história do calçado vem lá do século 16 e era usado tanto por mulheres quanto por homens. O estilista Roger Viviver foi um dos responsáveis por transformá-lo em um sapato do dia a dia e uma das grandes responsáveis pela sua popularização foi a linda Marilyn Monroe.

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As mules remetem muito a sapato de mãe, hahah. Lembro que a minha mãe usava bastante quando eu era criança lá no início da década de 1990. Ao longo dos anos, elas acabaram sumindo das lojas e dos armários – até que chegou a década de 2010 e reviveu o sapato. As mules apareceram nos desfiles de vários estilistas, como Louis Vuitton, Stella McCartney, Miu Miu, Chloé, Céline, Fendi, Jason Wu e Kenzo.

Para usar as mules, prefira comprimentos que deixem o calçado bem à vista. Ou seja, vale a pena apostar em shorts curtos, saias midi e calças cropped, por exemplo. Antes, elas eram vetadas em ocasiões mais formais, mas agora, com tanto modelo incrível e elegante, elas não têm mais limitações. O sapato é bem controverso, assim como a Birkenstock. O que você acha das mules?

Onde comprar: Arezzo, Schutz, FarfetchDafiti.

1. Mules com saia

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Pegando carona no estilo boho que continua voltando verão após verão, as bolsas de franja foram uma das peças mais pedidas pelas leitoras para o Como usar! As franjinhas são inspiradas nas antigas roupas dos índios americanos (assim como os mocassins) e foram consolidadas pelo movimento hippie lá nas décadas de 1960/70. Mas você não precisa de um look totalmente folk para usá-las. Quer ver?

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Hoje, as bolsas com franja viraram bolsas bem mais versáteis, principalmente por causa das diferentes cores disponíveis no mercado. As composições mais interessantes para “acompanhar” a bolsa, vão do estilo rocker, passando pelo boho, até o casual. A dica seria escolher apenas uma peça com franjas para o look todo (nesse caso, a bolsa), mas também não é regra, vai do que você achar mais harmonioso.

Vá com fé nos jeans, nas camisetas estampadas, nos vestidos delicados, nas peças com renda… Opte por looks mais justinhos para a bolsa se destacar mais ainda. Nos pés, pode colocar qualquer tipo de sapato que quiser, desde que ele não seja tããão esportivo assim (ou seja, tênis de mola não é uma boa, hehe).

Onde comprar: Dafiti, Aliexpress, Passarela, Enjoei, Renner, C&A e Marisa.

1. Bolsa de franja com short

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Quem também adora um Como Usar polêmico levanta a mão, hahaha! o/ O tema de hoje foi sugerido pela Sylvia, colaboradora do blog. A sandália chamada Birkenstock é também conhecida por outro nome: papete. Esse modelo tão contraditório veio lá de 1774, da Alemanha, e ganhou o nome de seu criador, Johann Adam Birkenstock. Além de modelo, Birkenstock é marca também e tem outros calçados tão polêmicos quanto, olha só.

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A birken abraça o pé quando a calçamos, e é tudo culpa do seu formato anatômico. Ela aparece como um respiro para os pés, sempre tão machucados e maltratados por sapatos desconfortáveis. E, sim, já usei bastante (ok, podem me julgar agora) e sua principal qualidade é esse conforto. A sandália também faz parte da tendência normcore, que eu mencionei no post sobre os chinelos da Adidas. A tendência é totalmente avessa à moda e usa tudo aquilo que é “normal”.

Nos looks de streetstyle, ela aparece em looks bem elegantes, com peças de alfaiataria e tecidos fluidos, mas também em looks despojados, com jeans rasgados. Preto e branco são as cores mais usadas – tanto nas sandálias quanto nas composições. Será que a birken vai tomar o lugar das alpargatas na categoria ~calçado de verão~?

Onde comprar: Arezzo, Mr. Cat, Miezko, Schutz e, claro, sempre vale dar uma olhada na C&A, Renner e Riachuelo para algum achadinho precioso. :)

1. Birkenstock com vestido

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Continuando a ~renovar~ antigos posts, o tema de hoje é o cardigã. Falamos aqui no JL lá em 2010, quando vocês ainda sugeriam posts pela comunidade do blog no falecido Orkut, hahahah! Quem lembra, levanta a mão! o/

No post antigo, mostramos a história e a origem do nome dessa peça tão atemporal. Quem diria que ela surgiu no uniformes de oficiais britânicos, né? Bom, graças a Chanel, agora ela também é nossa, e não só dos homens. O engraçado é que o cardigã aqui no Brasil faz mais parte dos guarda-roupas das mulheres, mesmo sendo originalmente uma peça masculina, hahaha.

O que era do mundo antes sem um cardigã no armário? Taí uma boa matéria para o Globo Repórter. Esse casaquinho é perfeito para o nosso clima brasileiro de meia-estação – quando não está tão frio, mas também não está tão quente. Vale também tentar usá-lo em camadas: debaixo de uma jaqueta, em cima de uma camisa jeans, por exemplo. Ele combina tanto com looks de trabalho (fica fofo com uma camisa social por baixo) quanto com composições mais despojadas.

Onde comprar: sugestão é o que não falta! Há modelos lindos em lojas de fast-fashion, como Renner, C&A, Riachuelo, Marisa e Zara. A Marca Pitanga tem cardigãs fofos bordados com pérolas, vale a pena dar uma olhada. :)

1. Cardigã com short

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